terça-feira, 29 de outubro de 2013

7 insetos bizarros e assustadores

Muitas pessoas passam mal só com a ideia de se deparar com alguma criaturinha de várias patinhas, antenas e asas, falo de insetos, não de aliens. A questão é que alguns desses bichinhos, mesmo que pequenos, são supercomplexos e têm estruturas fantásticas, cheias de formas e cores.

1. Idolomantis diabólica


Esse inseto é um dos maiores já conhecidos e, além de seu tamanho, outra característica evidente deve ser sempre citada: seu formato. É possível que ele seja um dos poucos insetos que mereçam ser chamados de elegantes ou charmosos, mas esses termos realmente o definem. Com suas formas garbosas, ele parece estar sempre pronto para começar a dançar.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Discalculia


O termo discalculia (palavra oriunda do grego e do latim, respectivamente: dis=mal; calculare=calcular) define um problema causado pela má formação neurológica na qual o indivíduo apresenta dificuldade de aprendizagem especificamente de manipular números.

Este distúrbio afeta indivíduos de todas as idades e pode ser classificado como moderado, severo ou total. Segundo pesquisas recentes, 6% da população mundial em idade escolar sofrem desse transtorno, que nada tem a ver com níveis de inteligência. "Quem tem discalculia tem um jeito diferente de entender o raciocínio matemático", esclarece Birgit. "Com o tratamento adequado, porém, aprende-se a lidar com a ‘deficiência’." A especialista destaca.

Ao contrário de outras dificuldades ligadas à linguagem, como a dislexia e a dispraxia, a condição em questão tem sido pouco estudada. Sabe-se que ocorre em indivíduos de qualquer nível de QI; todavia, os mesmos comumente apresentam dificuldade com matemática, tempo, medida, dentre outros. Hipóteses sugerem que a discalculia pode tratar-se de um distúrbio parcialmente hereditário.

De acordo com Ladislav Kosc, existem seis tipos distintos de discalculia:

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Artista cria esculturas de pessoas com incrível realismo

O australiano Sam Jinks passou anos criando peças, criaturas e bonecos para animações e produções cinematográficas, e agora utiliza todo o conhecimento adquirido produzindo esculturas que são assustadoramente realistas, mal dá pra acreditar que as figuras são feitas de silicone e não são pessoas de verdade.

O artista sempre produziu materiais próprios (por prazer pessoal) enquanto trabalhava na indústria cinematográfica, mas recentemente decidiu investir mais na criação de esculturas para exposições e mostras.

Para Sam, seu trabalho não é uma representação literal de figuras humanas ou animais, mas a combinação de estados emocionais e dos diferentes estágios da vida.

Em suas obras ele utiliza técnicas de incrível realismo, com detalhes impressionantes da pele e das expressões faciais, mas também combina elementos surreais e perturbadores, como criar uma cabeça animal em um corpo humano.

domingo, 20 de outubro de 2013

Por que os médicos usam roupas verdes ou azuis nas salas de cirurgia?

Mais do que uma questão de moda ou estilo, os jalecos verdes ou azuis dos médicos ajudam a salvar vidas durante as cirurgias, impedindo que os doutores deixem de perceber as nuances da cor vermelha.


É tudo uma questão de extremos opostos no espectro de cores: as diversas nuances do vermelho, presentes em abundância nas cirurgias, são as cores complementares de diversos tons de azul e verde. Ou seja, o vermelho e suas variações estão no extremo oposto do azul e do verde no espectro de cores.

Faça um teste: visualize a imagem abaixo por pelo menos 10 segundos e, em seguida, olhe para uma superfície branca.

sábado, 19 de outubro de 2013

Se fôssemos feitos para durar 120 anos

Cientistas americanos mostram como o corpo deveria ser para vivermos bem mais de um século.

Se a expectativa de vida na Alemanha mantiver o crescimento atual, as crianças que nascem hoje naquele país viverão em média até os 100 anos. Diante da nossa atual realidade, o sonho de que se possa viver muito além dos 100 anos se afigura cada vez mais possível. Mas não muito mais, pois há raros casos de pessoas que ultrapassam os 120 anos, idade que parece ser nosso limite natural. A questão que se coloca é: poderíamos transpor, com saúde, essa barreira biológica? Os cientistas americanos Robert Butler, do Centro Internacional de Longevidade, de Nova York, Bruce Carnes, da Universidade de Chicago, e Jay Olshansky, da Universidade de Illinois, estudaram o assunto e concluíram que não. Para eles, se a evolução tivesse desenhado o corpo humano para durar um século ou mais com perfeição, nós teríamos uma aparência muito diferente da atual.

Butler, Carnes e Olshansky fizeram o exercício de imaginar como teria de ser o corpo de uma pessoa centenária e totalmente saudável, construído para a longevidade. Nós seríamos criaturas mais baixas, mais cabeçudas, mais orelhudas, encurvadas, de coxas e quadris mais largos. Tudo para evitar o desgaste natural causado pelo uso prolongado do corpo. Sem essas e outras mudanças, os idosos continuariam sofrendo com ossos frágeis, discos da coluna gastos, ligamentos destruídos, varizes, cataratas, perda de audição e hérnias. Uma das características estruturais mais importantes que precisariam ser modificadas é a coluna vertebral, que costuma apresentar os primeiros sinais de desgaste muito cedo. A postura ereta do ser humano é uma adaptação de nossos ancestrais quadrúpedes. Foi o que nos permitiu desenvolver a inteligência. Mas a coluna vertebral não evoluiu o suficiente para resistir ao peso de um corpo apoiado em apenas duas pernas. E isso traz sérios problemas físicos, como o desgaste dos discos entre as vértebras, que passam a pressionar as terminações nervosas da coluna, provocando dores insuportáveis.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Você é viciado em internet?



Se você vive conectado e não suporta ficar offline, cuidado: é possível que vc esteja viciado em internet! O problema afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Universidade La Salle, nos Estados Unidos, e 4,3 milhões no Brasil. Esses números só aumentam devido a maior facilidade de acesso à web e pelo desenvolvimento tecnológico.

Os médicos e especialistas afirmam: é uma dependência tão crônica quanto à de substâncias como álcool e cocaína, o transtorno já é reconhecido pela Associação Americana de Psicólogos como Internet Addiction Disorder (Transtorno do Vício de Internet).

Para a cientista Kimberly Young, da Universidade São Boaventura, nos EUA, e diretora do Centro de Recuperação de Dependentes de Internet, os sintomas são semelhantes aos de muitos outros vícios: o indivíduo muda sua rotina, negligencia as relações familiares e sociais e perde prazos no trabalho, porque sua vida passa a ser controlada pelo computador e afins. Quando o quadro se torna crítico e patológico, é preciso recorrer à ajuda psicoterapeuta.

O que aconteceria se todos os gatos do mundo desaparecessem?

Confira a importância desses incríveis animais.


Independente de que você seja um grande fã ou não dessas elegantes criaturas que, além de ronronar, parecem passar o dia simplesmente observando a movimentação à distância entre um cochilo e outro, a verdade é que os gatos são superimportantes. Tanto que, se por algum motivo sinistro todos eles desaparecessem da face Terra, enfrentaríamos sérios problemas! Talvez seja por essa razão que eles nos olham com aquela característica carinha de desdém. xD

Os gatos, sejam eles domésticos ou de rua, são predadores com comportamento de caça superadaptável, especialistas em capturar pequenas presas. Eles são capazes de sobreviver de maneira solitária quando a variedade e abundância de presas é pequena, assim como em grupos maiores quando a disponibilidade de caça é mais rica.

É justamente esse hábito de caçar animais pequenos que os tornam vitais para os humanos, já que são os gatos que mantém os celeiros e os armazéns de grãos, para citar alguns locais, com o número de ratos e bichinhos semelhantes sob controle. E o trabalho deles é tão eficiente que inclusive acredita-se que na Índia, por exemplo, os gatos sejam os responsáveis por reduzir a perda de grãos provocada pelo consumo e contaminação por parte dos roedores.

domingo, 13 de outubro de 2013

O Urso que se alistou no exército polonês

Esta é a história de Voytek, o urso que foi alistado na 22ª Companhia de Transporte do Exército Polonês durante a II Guerra Mundial.


No ano 1939 a Polônia era invadida; os russos pelo Leste e os alemães pelo Oeste. O exército polonês pouco pode fazer ante os duas potências militares; muitos soldados poloneses foram presos e enviados aos gulags soviéticos. Depois de um giro de 180%, de aliados a inimigos, que aconteceu entre soviéticos e alemães, Stalin decidiu liberar os presos poloneses que constituíram o Segundo Corpo do exército polonês (1943) para lutar junto aos aliados.